Esse vídeo foi um tanto quanto desafiador. Para dar continuidade as aulas de análises de indicadores contábeis, achei justo fazer uma explicação prévia sobre alguns termos e critérios que eu considero fundamentais para o entendimento e interpretação dos mesmos. Como falar sobre Ebitda sem se falar sobre itens caixa e não caixa? E aproveitando a deixa, por quê nao se falar de uma vez do critério contábil de competência e emendar logo em diferimento? E o pior de tudo: como conseguir falar de itens tão complexos num espaço de tempo tão curto.
Bem, se não fui claro nesse video, deixo aqui a possibilidade de deixaram quaisquer dúvidas na caixa de comentários.
Aliás, vocês sabem me dizer como se faz pra tirar essa obrigatoriedade em se escrever o email?
Conforme tinha dito, algumas gravações não estão ficando legais e “comendo” muito do que eu falo. Fiz esse video varias vezes mas não consegui deixa-lo muito melhor que isso
Bem, de uma forma ou de outra, por ser um video curto e de menor importância segue o video:
Tá dando pra entender a essência ou esta MUITO ruim?
Agradeço a vocês por cada visita e comentário feito desde o momento em que disponibilizei o primeiro Post do Blog. Agradeço também a galera que elogiou a iniciativa no Orkut, principalmente às comunidades “Ações – Buy and Hold – Bovespa” e “Economia e Finanças”. A segunda deletou meu tópico jabazeiro, mas tá tranquilo.
Então, nessa video aula irei dar uma conotação mais técnica do que as passadas. Falarei sobre alguns Indicadores de Solvência e Atividade. Espero que gostem.
Como vocês puderam perceber, eu trabalhei com indicadores com parâmetros anuais. Ter anualizado o C.P.V. (Custo dos Produtos Vendidos) e a Receita Operacional Bruta podem causar alguma confusão. Na próxima video-aula eu pretendo tocar justamente esse ponto.
Bem, aguardo críticas e/ou comentários.
Aliás, um parênteses aqui: as gravações que eu tenho feito, ora saem razoavelmente boas (apesar do meu sotaque ixxxpertíssimo) ora saem repicando a comendo algumas paravras que eu falo. A aula seguinte já esta feita, porém a gravação não ficou boa. Alguem sabe o que pode estar ocasionando isso?
Aliás, vale lembrar que esse é o segundo post do blog! Divulguem para seus amigos interessados!
Para se explicar a diferença entre o ato de poupar e o de investir, poucas analogias são tão simples quanto a dos três agricultores: o conservador, o displicente e o arrojado.
Viviam numa terra próspera: abundante em água, fertilizantes, sol o ano inteiro e tudo mais necessário ao sucesso do plantio.
Porém, ao passar dos anos, os agrônomos daquela região previram que as qualidades que faziam daquela terra perfeita para agricultura se exauriram e a produtividade da região despencaria. A noticia assustou a todos. Dos personagens apresentados do nosso primeiro parágrafo, cada um tomou uma atitude de acordo com sua respectiva personalidade.
O conservador tratou de se proteger ao máximo do futuro tenebroso. Vendeu sua atual colheita a preços baixos e estocou todas as suas sementes. Manteve sua família ao longo dos anos com o caixa gerado e, ao final desse período, vendeu seus estoques de sementes a um valor ligeiramente superior ao que ele valia no passado. Rentabilidade mínima. Não passou fome, assim como terminou seus dias numa casa simples e dirigindo um Fiat Uno.
O displicente e o arrojado observaram nesta crise uma oportunidade. “se a produtividade caiu, os preços vão disparar!” pensaram juntos. Compraram a colheita do conservador a preços atraentes e resolveram plantar.
O displicente foi o primeiro a começar a plantar! Jogou as sementes na terra seca e as regou de maneira displicente. As plantas cresceram de maneira defeituosa, com frutas pequenas e pouco atraentes. O displicente, por falta de preparo, quebrou. Terminou seus dias devendo dinheiro ao banco, numa casa alugada e pedalando uma bicicleta antiga.
Olha ai... se deu mal!
O Arrojado se preparou. Estudou os melhores métodos de colheita, irrigação, distribuição dos itens. Foi um sucesso! Seus lucros dispararam. Seus filhos estudaram na PUC, comprou um apartamento no Leblon e viajava para Europa todo fim de ano.
A dura vida facil de um rico...
O Conservador, por questões pessoais, não arriscou. Mas também não teve pouco mais do que a rentabilidade da venda do seu estoque guardado. Levou uma vida normal.
O Displicente arriscou. Mas não se preparou e faliu.
O Arrojado arriscou. Teve preparo, paciência para investir no momento certo. Estudou o mercado e teve um final feliz.
Essa e basicamente a diferença do poupador para o investidor: enquanto o primeiro simplesmente se abstém do consumo imediato para consumir no futuro, o investidor arrisca suas finanças para um maior no retorno. Percebam que um maior retorno anda de mãos dadas com o risco e o apaziguador entre ambos e justamente o preparo técnico e o faro para boas oportunidades.
Nesta linha de raciocínio, tive a idéia de fazer esse blog. Um blog numa linguagem clara, acessível e com posts curtos (esse é exceção, afinal de contas é o primeiro e eu quero fazer uma média) com ênfase na preparação de investidores pessoa-física no mercado de capitais.
Pretendo alinhar vídeos explicativos do YouTube com algumas curtas explicações nos posts que pretendo fazer.
Como primeira e segunda vídeo-aula: Apresentação dos Balanços e Apresentação do Software de apresentação de balanços disponibilizado pela Bovespa. Seguem abaixo os vídeos. Espero que gostem.
Primeiro vídeo:
Segundo video:
Para ficar sabendo das atualizações do Blog, é só nos seguir no Twitter! @FinancasFacil. Clica ali na coluna da direita.
Na próxima aula: Análise de Demonstrativos e de Resultados Financeiros - Indicadores de Solvência e Atividade